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E Só não desista dos seus sonhos. Deus tem o melhor pra você, lembra que ele está perto, ele sefre com você. Não desista dos seus sonhos, a dor com um tempo vai passar entrega toda a tua angústia pro Conslador cuidar.

Talvez...

E quem disse que o tempo não nos faz bem? Pois pra mim ele foi ótimo!
Digamos que quando eu queria uma coisa não ligava para minha auto-estima e muito menos para o meu bem-estar, apenas queria aquilo e pronto. Talvez isso fosse uma qualidade, mas muitas vezes se tornava um defeito. Defeito esse que me fazia mal e muitas vezes fazia com que eu me sentisse humilhada, completamente um lixo.
Hoje posso ver o quanto eu deixei as pessoas pisarem em mim e muitas vezes me transformando em um fantoche para elas e garanto que não gosto nem um pouco. Se ao menos eu tivesse a cabeça e que tenho hoje garanto que muita coisa seria diferente. Teria errado menos, chorado menos, me machucado menos, me "dado" menos. Mas talvez se isso tivesse acontecido eu chegaria a um ponto que me tornaria quase nada.
Teria receio de arriscar com medo de errar e teria perdido toda a diversão em fracasar e ter que criar forças para dar a volta por cima. E eu dei.
Posso dizer com toda certeza que eu amadureci e não me arrependo dos erros cometidos, das insistências sem fundamento, muito menos dos tapas na cara que tomei e das inumeras vezes que ofereci a outra face. Tenho uma concepção formada em minha cabeça e não deixo ninguém mudar, se quero corro atrás até conseguir or mais que isso me faça sofrer. Afirmo sem verganha que já sofri muito por insistência inútil que hoje tornou-se de grande ultilidade. Tenho minha recompença e agradesso muito. Aprendi a me valorizar mais e concretizar que em todo momento é PRIMEIRO EU, SEGUNDO EU E TERCEIRO EU e o "resto" a gente resolve.
E digo de boca cheia.. ME ORGULHO DE QUEM EU ME TORNEI!

Luiz Fernando Veríssimo

M – Aonde você vai?
H – Vou sair um pouco.
M – Vai de carro?
H – Sim.
M – Tem gasolina?
H – Sim… coloquei.
M – Vai demorar?
H – Não… coisa de uma hora.
M – Vai a algum lugar específico?
H – Não… Só rodar por aí.
M - Não prefere ir a pé?
H – Não… vou de carro.
M – Traz um sorvete pra mim!
H – Trago… Que sabor?
M – Manga.
H – Ok… Na volta eu passo e compro.
M – Na volta?
H – Sim… senão derrete.
M – Passa lá, compra e deixa aqui.
H – Não… Melhor não! Na volta.. é rápido!
M – Ahhhhh!
H – Quando eu voltar eu tomo com você!
M – Mas você não gosta de manga!
H – Eu compro outro… de outro sabor.
M – Aí fica caro…. Traz de cupuaçu!
H – Eu não gosto também.
M – Traz de chocolate… Nós dois gostamos.
H – Ok! Beijo… volto logo…
M – Ei!
H – O que?
M – Chocolate não… Flocos…
H – Não gosto de flocos!
M – Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você.
H – Foi o que sugeri desde o começo!
M – Você está sendo irônico?
H – Não… tô não! Vou indo.
M – Vem aqui me dar um beijo de despedida!
H – Querida! Eu volto logo…. depois.
M – Depois não…. quero agora!
H – Ta bom! (Beijo)
M – Vai com o seu ou com o meu carro?
H – Com o meu.
M – Vai com o meu… Tem CD player… O seu não!
H – Não vou ouvir música… Vou espairecer.. .
M – Tá precisando?
H – Não sei… Vou ver quando sair!
M – Demora não!
H – É rápido… (Abre a porta de casa.)
M – Ei!
H – Que foi agora?
M – Nossa! Que grosso! Vai embora!
H – Calma… Estou tentando sair e não consigo!
M – Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?
H – O que quer dizer?
M – Nada… Nada não!
H – Vem cá… Acha que estou te traindo?
M – Não… Claro que não… Mas sabe como é?
H – Como é o quê?
M – Homens!
H – Generalizando ou falando de mim?
M – Generalizando.
H – Então não é meu caso… Sabe que eu não faria isso! 
M – Ta bom… Então vai.
H – Vou.
M – Ei!
H – Que foi cacete?
M – Leva o celular, estúpido!
H – Prá quê? Prá você ficar me ligando?
M – Não… Caso aconteça algo, estará com celular.
H – Não… Pode deixar…
M – Olha… Desculpa pela desconfiança. .. Estou com saudade… só isso!
H – Ok meu amor… Desculpe-me se fui grosso. Ta. Eu te amo!
M – Eu também!
M – Posso futricar no seu celular?
H – Prá quê?
M – Sei lá! Joguinho!
H – Você quer meu celular prá jogar?
M – É.
H – Tem certeza?
M – Sim.
H – Liga o computador.. . Lá tem um monte de joguinhos!
M – Não sei mexer naquela lata velha!
H – Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!
M – Ta. Ok… Então leva o celular senão eu vou futricar…
H – Pode mexer então… Não tem nada lá mesmo…
M – É?
H – É.
M – Então onde está?
H – O quê?
M – O que deveria estar no celular mas não está…
H – Como!?
M – Nada! Esquece!
H – Ta nervosa?
M – Não… Tô não…
H – Então vou!
M – Ei!
H – Que ééééééé?
M – Não quero mais sorvete não!
H – Ah é?
M – É!
H – Então eu também não vou sair mais não!
M – Ah é?
H – É.
M – Oba! Vai ficar comigo?
H – Não vou não… Cansei… Vou dormir!
M – Prefere dormir do que ficar comigo?
H – Não…. vou dormir, só isso!
M – Está nervoso?
H – Claro porra!!!
M – Por que você não vai dar uma volta para espairecer?

O Milagre da Canção de um Irmão - Fato Verídico


Como qualquer mãe, quando Karin soube que um bebê estava a caminho, fez tudo o que foi possível para ajudar o seu outro filho, michael, com três anos de idade, a se preparar para a chegada. Os examesmostram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe. Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.
A gravidez se desenvolveu normalmente, no tempo certo, vieram as contrações. Primeiro, a cada cinco minutos; depois a cada três minutos; então, a cada minuto uma contração. Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Karin demorou horas. Todos discutiam a necessidade provável de uma cesariana.
Aré que, enfim, depois de muito tempo, a irmãzinha de Michael nasceu. Só que ela estava muito mal.
Com a sirene no último volume, a ambulência levou a recém-nascida para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary. Os dias passaram. A menininha piorava. O médico disse aos pais: "Preparem-se para o pior. Há muito pouca esperança".
Karin e seu marido já pensava em iniciar os preparativos para o funeral. Alguns dias atrás estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebê. Hoje, os planos eram outros.
Enquando isso, Michael todos os dias pedia aos pais que o levassem para reconhecer a sua irmãzinha. "Eu quero cantar pra ela", ele dizia.
A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê não sobrevivesse até o final dela.
Michael continuava insistindo com seus pais para que o deixassem cantar para sua irmã, mas as crianças não eram permitidas na UTI. Entretanto, Karin decidiu. Ela levaria Michael ao hospital de qualquer jeito. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva. Ela vestiu Michael com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade, e rumou para o hospital. A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali. Mas Karin insistiu: "Ele não irá embora até que veja a sua irmãzinha!"
Ela levou Michael até a incubadora. Ele olhou para aquela trouxinha de gente que perdia a batalha pela vida. Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz pequenininha: "Você é o meu sol, o meu único sol.Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro".
Nesse momento, o bebê pareceu reagir. A pulsação começou a baixar e se estabilizou. Karin encorajou Michael a continuar cantando. "Você não sabe querida, quanto eu te amo. Por favor, não leve o meu sol embora..."
Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebê foi se tornando suave. "Continue, querido!" ,pediu Karin, emocionada. "Outra noite, querida, eu sonhei que você estava em meus braços..." O bebê começou a relaxar. "Cante mais um pouco, Michael." A enfermeira começou a chorar. "Você é o meu sol, o meun único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro... Por favor, não leve o meu sol embora..."
No dia seguinte, a irmãzinha de Michael já tinha se recuperado e em poucos dias foi pra casa.
O Woman's Day Magazine chamou a história essa "O milagre da canção de um irmão". Os médicos camaram simplesmente de milagre. Karin Simmons Knapp chamou de milagre do amor de Deus.
Esta é uma história verídica. Aconteceu em 1991, no hospital Saint Mary, em Knoxville, Estados Unidos. Ninca abandone aquele que você ama. O amor é incrivelmente poderoso.