Buscar

Páginas

A borboleta Azul



Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.
As meninas sempre faziam muitas perguntas.
Algumas ele sabia responder, outras não.
Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina. O sábio sempre respondia a todas as perguntas, sem hesitar.
Impaciente com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder.
Então, uma delas apareceu com uma borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.
- O que você vai fazer? - perguntou a irmã.
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixa-lá voar. Se ele disser que ela está viva, vou aperta-lá e esmaga-lá. E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!
As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.
- Te nho aqui uma borboleta azul. Diga-me, sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você... depende da sua decisão. Ela está em suas mãos.


Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
Não devemos culpar a ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos e por aquilo que não conseguimos conquistar. Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul... Cabe exclusivamente a nós mesmo escolhermos o que fazer com ela.

Explicando os fatos!

Provável Desisténcia!
- Desisto. Desisto de me fazer de boazinha e não ganhar nada em troca (sim, sou egoísta e não mudo). De ouvir calada e engolir a seco a raiva só para fazer as vontades de alguém que não tá nem ai pra mim.
- Cansei de sair sempre como a vilã da história, destruidora da família, sendo que não existe porcaria de família nenhuma, é tudo uma fachada...Quanta hipocrisia ¬¬
- Vivo aqui porque sou obrigada, não tenho outra opção até começar a trabalhar e conseguir me manter sozinha. Existe uma hipótese de eu ir morar com meu pai, mas fora de cogitação. Minha mãe veria isso como um insulto perante ela.
Ele iria adorar se ver livre de mim, mas também passaria isso na cara dela o resto da vida dele. Eu nunca daria esse gostinho a ele.
- Ele está conseguindo acabar o meu relacionamento com ela a cada dia que passa, e ela está dando espaço.
- Vai deixando e vão ver o que vou fazer.
[Escrito na minha agenda no dia 16/02]


Episódio ocorrido no dia 24/02 às 21:40
Por causa de uma besteira que foi displicência dele tudo se tornou em uma grande e esquentada briga. De todas, essa foi de longe a pior. A situação ficou completamente fora do controle e quase termina em tragédia. Se ela não tivesse tomado a frente eu talvez não estaria mais aqui para escrever ou então estaria me recuperando do fato ocorrido. Ele machucou o meu maior bem(material), meu computador. Isso me doeu tanto que me deu vontade de matar ele(faltou pouco), foi como se tivesse machucado a mim. Tudo aconteceu muito rápido mas causou grande impacto. Uma semana depois, todos os dias na hora de dormir as lembranças começam a surgir e as lágrimas me vem nos olhos. Me dá um nó na garganta e aquela vontade súbita de gritar. Me sinto "humilhada" perante a situação. Pelo menos dessa vez ela ficou do meu lado e me deu apoio total 1 x 0 pra mim ou 1 x 1, porque ainda não está com eu desejo.
Mais com fé em Deus tudo terminará bem. (ýn

Taiane desabafa e a galera curte! \o/


28/02 Sóooooooo risos nesse dia viu?! Quero bis de tudo isso (yn

Entre olhares

E se ficar assim me olhando, me querendo procurando, não sei não eu vou me apaixonar (8)
Sim, ela é pra você que me desperta desejos com os seus olhares!

Onde estivestes de noite

Ah, e dizer que isto vai acabar, que por si mesmo não pode durar. Não, ela não está se referindo ao fogo, refere-se ao que sente. O que sente nunca dura, o que sente sempre acaba, e pode nunca mais voltar. Encarniça-se então sobre o momento, come-lhe o fogo, e o fogo doce arde, arde, flameja. Então, ela que sabe que tudo vai acabar, pega a mão livre do homem, e ao prendê-la nas suas, ela doce arde, arde, flameja.
Clarice Lispector